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MONITORAMENTO DO AR INTERIOR |
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MONITORAMENTO DA QUALIDADE DO AR Avaliamos também Agentes Químicos e Biológicos contaminantes do ar interno de Edifícios com sistema de ar condicionado central, a fim de prevenir a "SÍNDROME DOS EDIFÍCIOS DOENTES", que provoca sintomas como: dor de cabeça, fadiga, sonolência, prurido e ardência nos olhos, irritação de nariz e garganta, e falta de concentração em trabalhadores de escritórios. Na certeza de oferecer uma melhor qualidade de serviços, dispomos de equipamentos para avaliação da qualidade do ar ambiente em todos os parâmetros exigidos pela ANVISA. Estes equipamentos nos colocam um passo a frente no critério da tecnologia de avaliação ambiental nos centros urbanos, onde o "ser humano" é o receptor de maior importância e objeto de estudos para a qualidade de vida. Como opção para amostragens de gases, dispomos de medidores com vazões controladas por orifícios críticos ou por totalizadores de volume. A Toximed conta com o suporte de consultores especializados de reconhecida capacidade técnica no país e no exterior e equipamentos próprios para análise do ar em ambientes refrigerados (edifícios doentes). Conforme resolução da ANVISA – RE nº 176 de 24 de outubro de 2000 e resolução de 2003, determina orientação técnica referente a indicadores de qualidade do ar interior em ambientes na totalidade de seus departamentos. Na RE nº 176 de 24 de outubro de 2000 estabelece o seguinte: 1) ABRANGÊNCIA O Grupo Técnico Assessor elaborou a seguinte Orientação Técnica sobre Padrões Referenciais de Qualidade do Ar Interior em ambientes climatizados artificialmente de uso público e coletivo, no que diz respeito a definição de valores máximos recomendáveis para contaminação biológica, química e parâmetros físicos do ar interior, a identificação das fontes poluentes de natureza biológica, química e física, métodos analíticos ( Normas Técnicas 001, 002, 003 e 004 ) e as recomendações para controle ( Quadros I e II ). Recomendou que os padrões referenciais adotadas por esta Orientação Técnica sejam aplicados aos ambientes climatizados de uso público e coletivo já existentes e aqueles a serem instalados. Para os ambientes climatizados de uso restrito, com exigências de filtros absolutos ou instalações especiais, tais como os que atendem a processos produtivos, instalações hospitalares e outros, sejam aplicadas as normas e regulamentos específicos. 2) DEFINIÇÕES
Para fins desta Orientação Técnica são
adotadas as seguintes definições, complementares às adotadas na Portaria
GM/MS n.º 3.523/98: 3) PADRÕES REFERENCIAIS Recomenda os seguintes Padrões Referenciais de Qualidade do Ar Interior em ambientes climatizados de uso público e coletivo. 1 - O Valor Máximo Recomendável para contaminação microbiológica deve ser ≤ 750 ufc/m3 de fungos, para a relação I/E ≤ 1,5, onde I é a quantidade de fungos no ambiente interior e E é a quantidade de fungos no ambiente exterior.3 Quando este valor for ultrapassado ou a relação I/E for > 1,5, é necessário fazer um diagnóstico de fontes para uma intervenção corretiva. É inaceitável a presença de fungos patogênicos e toxigênicos. 2
- Os Valores Máximos Recomendáveis para contaminação química são: 3
- Os valores recomendáveis para os parâmetros físicos de temperatura,
umidade, velocidade e taxa de renovação do ar e de grau de pureza do ar,
deverão estar de acordo com a NBR 6401 Instalações Centrais de Ar
Condicionado para Conforto Parâmetros Básicos de Projeto da ABNT
Associação Brasileira de Normas Técnicas.5
Os padrões referenciais adotados complementam as medidas básicas definidas
na Portaria GM/MS n.º 3.523/98, de 28 de agosto de 1998, para efeito de
reconhecimento, avaliação e controle da Qualidade do Ar Interior nos
ambientes climatizados. Deste modo poderão subsidiar as decisões do
responsável técnico pelo gerenciamento do sistema de climatização, quanto
a definição de periodicidade dos procedimentos de limpeza e manutenção dos
componentes do sistema, desde que asseguradas as freqüências mínimas para
os seguintes componentes, considerados como reservatórios, amplificadores
e disseminadores de poluentes. |
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Componente |
Periodicidade |
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Tomada de ar externo |
mensal |
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Unidade filtrante |
mensal |
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Serpentina de aquecimento |
mensal |
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Serpentina de resfriamento |
mensal |
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Umidificador |
mensal |
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Ventilador |
semestral |
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Plenum de mistura/casa de máquinas |
semestral |
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Inspeção |
semestral |
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4) FONTES POLUENTES
Recomenda que sejam adotadas para fins de pesquisa e com o propósito de
levantar dados sobre a realidade brasileira, assim como para avaliação e
correção das situações encontradas, as possíveis fontes de poluentes
informadas nos Quadros I e II. QUADRO I |
| Agentes biológicos | Principais fontes em ambientes interiores | Principais Medidas de correção em ambientes interiores |
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Bactérias |
Reservatórios com água estagnada, torres de resfriamento, bandejas de condensado, desumidificadores, umidificadores, serpentinas de condicionadores de ar e superfícies úmidas e quentes. |
Realizar a limpeza e a conservação das torres de resfriamento; higienizar os reservatórios e bandejas de condensado ou manter tratamento contínuo para eliminar as fontes; eliminar as infiltrações; higienizar as superfícies. |
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Fungos |
Ambientes úmidos e demais fontes de multiplicação fúngica, como materiais porosos orgânicos úmidos, forros, paredes e isolamentos úmidos; ar externo, interior de condicionadores e dutos sem manutenção, vasos de terra com plantas. |
Corrigir a umidade ambiental; manter sob controle rígido vazamentos, infiltrações e condensação de água; higienizar os ambientes e componentes do sistema de climatização ou manter tratamento contínuo para eliminar as fontes; eliminar materiais porosos contaminados; eliminar ou restringir vasos de plantas com cultivo em terra, ou substituir pelo cultivo em água (hidroponia); utilizar filtros G-1 na renovação do ar externo. |
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Protozoários |
Reservatórios de água contaminada, bandejas e umidificadores de condicionadores sem manutenção. |
Higienizar o reservatório ou manter tratamento contínuo para eliminar as fontes. |
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Vírus |
Hospedeiro humano. |
Adequar o número de ocupantes por m2 de área com aumento da renovação de ar.; evitar a presença de pessoas infectadas nos ambientes climatizados |
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Algas |
Torres de resfriamento e bandejas de condensado. |
Higienizar os reservatórios e bandejas de condensado ou manter tratamento contínuo para eliminar as fontes. |
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Pólen |
Ar externo. |
Manter filtragem de acordo com NBR-6401 da ABNT |
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Artrópodes |
Poeira caseira. |
Higienizar as superfícies fixas e mobiliário, especialmente os revestidos com tecidos e tapetes; restringir ou eliminar o uso desses revestimentos. |
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Animais |
Roedores, morcegos e aves. |
Restringir o acesso, controlar os roedores, os morcegos, ninhos de aves e respectivos excrementos. |
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QUADRO I I |
| Agentes químicos | Principais fontes em ambientes interiores | Principais medidas de correção em ambientes interiores |
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CO |
Combustão (cigarros, queimadores de fogões e veículos automotores). |
Manter a captação de ar exterior com baixa concentração de poluentes; restringir as fontes de combustão; manter a exaustão em áreas em que ocorre combustão; eliminar a infiltração de CO proveniente de fontes externas; restringir o tabagismo em áreas fechadas. |
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CO2 |
Produtos de metabolismo humano e combustão. |
Aumentar a renovação de ar externo; restringir as fontes de combustão e o tabagismo em áreas fechadas; eliminar a infiltração de fontes externas. |
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NO2 |
Combustão. |
Restringir as fontes de combustão; manter a exaustão em áreas em que ocorre combustão; impedir a infiltração de NO2 proveniente de fontes externas; restringir o tabagismo em áreas fechadas. |
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O3 |
Máquinas copiadoras e impressoras a laser. |
Adotar medidas específicas para reduzir a contaminação dos ambientes interiores, com exaustão do ambiente ou enclausuramento em locais exclusivos para os equipamentos que apresentem grande capacidade de produção de O3. |
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Formaldeído |
Materiais de acabamento, mobiliário, cola, produtos de limpeza domissanitários |
Selecionar os materiais de construção, acabamento e mobiliário que possuam ou emitam menos formaldeído; usar produtos domissanitários que não contenham formaldeído. |
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Material particulado |
Poeira e fibras. |
Manter filtragem de acordo com NBR-6402 da
ABNT; evitar isolamento termo-acústico que possa emitir fibras minerais,
orgânicas ou sintéticas para o ambiente climatizado; reduzir as fontes
internas e externas; higienizar as superfícies fixas e mobiliários sem o
uso de vassouras, escovas ou espanadores; selecionar os materiais de
construção e acabamento com menor porosidade; adotar medidas específicas
para reduzir a contaminação dos ambientes interiores (vide biológicos);
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Fumo de tabaco |
Queima de cigarro, charuto, cachimbo, etc. |
Aumentar a quantidade de ar externo admitido para renovação e/ou exaustão dos poluentes; restringir o tabagismo em áreas fechadas. |
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COV – Compostos Orgânicos Voláteis |
Cera, mobiliário, produtos usados em limpeza e domissanitários, solventes, materiais de revestimento, tintas, colas, etc. |
Selecionar os materiais de construção, acabamento, mobiliário; usar produtos de limpeza e domissanitários que não contenham COV ou que não apresentem alta taxa de volatilização e toxicidade. |
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COS-V – Compostos Orgânicos Semi-Voláteis |
Queima de combustíveis e utilização de pesticidas. |
Eliminar a contaminação por fontes pesticidas, inseticidas e a queima de combustíveis; manter a captação de ar exterior afastada de poluentes. |
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Outros poluentes que venham a ser considerados importantes serão incorporados aos indicados, desde que atendam ao disposto no parágrafo anterior. |
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5) AVALIAÇÃO E CONTROLE Recomenda que sejam adotadas para fins de avaliação e controle do ar ambiental interior dos ambientes climatizados de uso coletivo, as seguintes Normas Técnicas 001, 002, 003 e 004. Na elaboração de relatórios técnicos sobre qualidade do ar interior, é recomendada a NBR-10.719 da ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas. Norma Técnica 001 Qualidade do Ar Ambiental Interior. Método de Amostragem e Análise de Bioaerosol em Ambientes Interiores. Método Analítico
OBJETIVO: Pesquisa, monitoramento e controle ambiental da possível
colonização, multiplicação e disseminação de fungos em ar ambiental
interior. |
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Amostrador: Impactador de 1, 2 ou 6
estágios. Meio de Cultivo: Agar Extrato de Malte, Agar Sabouraud Dextrose
a 4%, Agar Batata Dextrose ou outro, desde que cientificamente validado.
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Calibração: Semestral |
Exatidão: ± 0,02 l/min. |
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| Área construída (m2) | Número mínimo de amostras |
| 3.000 a 5.000 | 8 |
| 5.000 a 10.000 | 12 |
| 10.000 a 15.000 | 15 |
| 15.000 a 20.000 | 18 |
| 20.000 a 30.000 | 21 |
| Acima de 30.000 | 25 |
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PROCEDIMENTO LABORATORIAL: Método de cultivo
e quantificação segundo normatizações universalizadas. Tempo mínimo de
incubação de 7 dias a 25oC., permitindo o total crescimento dos
fungos.
Qualidade do Ar Ambiental Interior. Método de Amostragem e Análise da Concentração de Dióxido de Carbono em Ambientes Interiores. Método Analítico
OBJETIVO: Pesquisa, monitoramento e
controle do processo de renovação de ar em ambientes climatizados. |
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Amostrador: Leitura Direta por meio de sensor infravermelho não dispersivo ou célula eletroquímica. |
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Calibração: Anual ou de acordo com especificação do fabricante. |
Faixa: de 0 a 5.000 ppm. |
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| Área construída (m2) | Número mínimo de amostras |
| 3.000 a 5.000 | 8 |
| 5.000 a 10.000 | 12 |
| 10.000 a 15.000 | 15 |
| 15.000 a 20.000 | 18 |
| 20.000 a 30.000 | 21 |
| Acima de 30.000 | 25 |
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Norma Técnica 003 Qualidade do Ar Ambiental Interior. Método de Amostragem. Determinação da Temperatura, Umidade e Velocidade do Ar em Ambientes Interiores. Método Analítico
OBJETIVO: Pesquisa, monitoramento e controle
do processo de climatização de ar em ambientes climatizados. |
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Amostrador: Leitura Direta
Termo-higrômetro. |
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Calibração: Anual |
Faixa: 0 ºC a 70 ºC de temperatura 5%
a 95 % de umidade |
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Amostrador: Leitura Direta
Termo-anemômetro. |
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Calibração: Anual |
Faixa: de 0 a 10 m/s |
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Norma Técnica 004 Qualidade do Ar Ambiental Interior. Método de Amostragem e Análise de Concentração de Aerodispersóides em Ambientes Interiores. Método Analítico OBJETIVO:
Pesquisa, monitoramento e controle de aerodispersóides totais em ambientes
interiores climatizados. |
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Amostrador: Unidade de captação
constituída por filtros de PVC, diâmetro de 37 mm e porosidade de 5 µm de
diâmetro de poro específico para poeira total a ser coletada; Suporte de
filtro em disco de celulose; Porta-filtro em plástico transparente com
diâmetro de 37 mm. |
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Calibração: Em cada procedimento de coleta |
Exatidão: ± 5% do valor medido |
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VIII RESPONSABILIDADE TÉCNICA Recomenda que os proprietários, locatários e prepostos de estabelecimentos com ambientes ou conjunto de ambientes dotados de sistemas de climatização com capacidade igual ou superior a 5 TR (15.000 kcal/h = 60.000 BTU/h), devam manter um responsável técnico com as seguintes atribuições: a) realizar a avaliação biológica, química e física das condições do ar interior dos ambientes climatizados; b) proceder a correção das condições encontradas, quando necessária, para que estas atendam ao estabelecido no Art. 4º desta Resolução; c) manter disponível o registro das avaliações e correções realizadas; d) divulgar aos ocupantes dos ambientes climatizados os procedimentos e resultados das atividades de avaliação, correção e manutenção realizadas. Considera como responsável técnico, o profissional que tem competência legal para exercer as atividades descritas nas análises preconizadas, em conformidade com a regulamentação profissional vigente no país. A
responsabilidade técnica pelas análises laboratoriais realizadas deverá
estar desvinculada da responsabilidade técnica pela realização dos
serviços de limpeza e manutenção do sistema de climatização. |